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Nasce uma mulher, nasce uma culpa.

 

QUEM AQUI SENTE CULPA LEVANTA A MÃO?

 

 

Eu sempre brinquei que nasce uma mãe, nasce uma culpa, mas acho que “nasce uma mulher, nasce uma culpa” parece mais adequado.

Quem aí se identifica?

 

Uma das dores mais presentes nas mulheres que recebo é a culpa.

A gente sente culpa se se prioriza, ou se não se prioriza.

Sente culpa se brilhou demais, ou se não se permitiu ocupar seu lugar.

Sente culpa se falou o que pensava sem pensar, ou se engoliu um baita sapo.

Se não se dedicou o suficiente, mas também se entregou demais.

Se colocou limites duros, ou se foi permissiva demais.

 

A culpa é algo que tolhe nosso poder e nossa força o tempo todo.

Ela, se num nível saudável, serve como guia, contorno, parâmetro, mas nesse mundo masculino da ação, do fazer, da eficiência e da alta performance a culpa virou uma doença.

A ponto de nos sentirmos culpadas quando não fazemos nada. Quando nos permitimos parar, descansar, simplesmente estar.

Estamos adoecendo. Nossas crianças brincam para aprender matemática, línguas, ciências. Nós, em algum tempo livre, buscamos algo “útil” pra não “perder” tempo, ou pra “otimizar” o tempo. 

Essa vida otimizada, utilitária nos gera culpa, insuficiência, fadiga, exaustão.

 

Você está cansada? Todas estamos. E a culpa só serve pra deixar a vida mais pesada.

Não tem uma receita pronta pra lidar com ela, mas podemos começar olhando pra ela e questionando: Mas será mesmo? Faz sentido sentir culpa por isso? Estou sendo uma pessoa legal comigo?

Se nós não respeitarmos nosso limite, ninguém o respeitará.

Se nós não comunicarmos nossas necessidades, ninguém as conhecerá.

Se nós continuarmos concordando com esse sistema que diz que somos insuficientes o tempo todo, então seremos.

Da próxima vez que a culpa passar por aí, respira fundo e manda ela passear.

Chega!

 

Essa é uma entrevista que dei pro Canal Matrescer sobre a culpa na materinadade.

 

Talvez você também se interesse por esse vídeo que fiz:

 

E se você precisa de ajuda pra lidar com a culpa, ou com qualquer outro desafio do universo feminino, estou disponível como terapeuta.

A terapia é um caminho muito bonito de autocuidado. Com ela podemos ter uma vida mais leve. Aprender a lidar com a culpa pode ser uma das coisas que a gente aprende na terapia.

Se quiser marcar uma entrevista, me escreva!

 

Talvez você se interesse em ler sobre TERAPIA e a TERAPIA BREVE – dois dos processos que anfitrio de Mergulhos em Si.

 

Se quiser saber mais sobre mim e meus mergulhos.